Frituras feitas com azeite de oliva ou óleo de girassol podem não aumentar o risco para doenças coronarianas, de acordo com estudo espanhol publicado no British Medical Journal (BMJ).
Um estudo de coorte prospectivo foi realizado na Espanha com a participação de 40.757 adultos, em idades variando entre 29 e 69 anos e livres de doenças coronarianas no início da pesquisa. Durante o seguimento médio de onze anos, 606 eventos de doenças coronarianas foram diagnosticados e 1.135 mortes por todas as causas ocorreram.
Já é sabido que o consumo de frituras está associado a fatores de risco para doenças cardiovasculares como hipertensão arterial, obesidade e baixos níveis de colesterol bom (HDL). A associação entre o consumo de alimentos fritos e doenças coronarianas já foi avaliada em outras pesquisas, mas com resultados heterogêneos.
O presente trabalho mostrou que na Espanha, um país Mediterrâneo, no qual o azeite de oliva e o óleo de girassol são usados nas frituras, o consumo de alimentos fritos não foi associado a doenças coronarianas ou a outras causas de mortalidade. No entanto, frituras feitas com outros tipos de óleos ou com gorduras reaproveitadas e o consumo de lanches rápidos fritos e com alto teor de sal podem causar danos à saúde.
Fonte: BMJ, de 24 de janeiro de 2012
NEWS.MED.BR, 2012. Azeite de oliva e óleo de girassol usados em frituras não aumentam o risco de doença coronariana, divulgado pelo BMJ. Disponível em: <http://www.news.med.br/p/saude/257620/azeite+de+oliva+e+oleo+de+girassol.htm>. Acesso em: 1 fev. 2012.
complemento:
A chamada "dieta mediterrânea", que entre outros elementos adota
peixes e óleos de origem vegetal, principalmente o azeite de oliva, tem
sido alvo de estudos, com conclusões importantes.
A primeira é que a adoção habitual do azeite de oliva, bem como o acompanhamento do perfil lipídico de pessoas que adotam tal prática, mostram que as alteraçoes são pequenas , quando existem e facilmente corrigíveis, diminuindo a probabilidade de formação de ateroesclerose, associada a quantidade excessiva de lipídeos circulantes.
A ingestão de peixes, possuem no mínimo benefício duplo, pois por ser uma carne branca, possui naturalmente menor quantidade de gordura deletéria á saúde cardiovascular, além de uma quantidade de õmega -3, uma substância com inúmeras atividades biológicas, dentre as quais efeitos anti inflamtórios, nas paredes das artérias , evitando assim a formação de placas ateromatosas, que é o início do processo que pode levar a uma obstrução importante no fluxo sanguíneo , levando a patologias como derrames e infarte do miocárdio.
Conclui-se então que mudanças em hábitos alimentares são uma poderosa arma de prevenção de doenças , em que o perfil lipídico esteja alterado, principalmente as cardiovasculares.
A primeira é que a adoção habitual do azeite de oliva, bem como o acompanhamento do perfil lipídico de pessoas que adotam tal prática, mostram que as alteraçoes são pequenas , quando existem e facilmente corrigíveis, diminuindo a probabilidade de formação de ateroesclerose, associada a quantidade excessiva de lipídeos circulantes.
A ingestão de peixes, possuem no mínimo benefício duplo, pois por ser uma carne branca, possui naturalmente menor quantidade de gordura deletéria á saúde cardiovascular, além de uma quantidade de õmega -3, uma substância com inúmeras atividades biológicas, dentre as quais efeitos anti inflamtórios, nas paredes das artérias , evitando assim a formação de placas ateromatosas, que é o início do processo que pode levar a uma obstrução importante no fluxo sanguíneo , levando a patologias como derrames e infarte do miocárdio.
Conclui-se então que mudanças em hábitos alimentares são uma poderosa arma de prevenção de doenças , em que o perfil lipídico esteja alterado, principalmente as cardiovasculares.
Nenhum comentário:
Postar um comentário