quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

How to Build a Rain Barrel - Article | The Family Handyman

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LENTES DE CONTATO - CONSELHOS QUE VALEM OS OLHOS DA CARA - PARTE III

PARTE III

Correto desde o início

A adaptação adequada das lentes de contato é crucial para que as mesmas sejam capazes de corrigir a deficiência visual (no caso das corretivas), sem que os olhos sejam agredidos. Uma boa adaptação só pode ser feita após uma consulta com o oculista e a realização de exames para verificar se o uso é recomendável. Informações sobre a curvatura e o relevo das córneas, medida da abertura palpebral, quantidade e qualidade da lágrima do paciente são expressas nesses exames e fornecem ao especialista o mapa que o faz chegar à indicação da melhor lente. “Hoje em dia, é maior o número de pessoas que pode usar lentes de contato em função do aumento da qualidade das mesmas, tanto em relação ao material quanto ao desenho. O certo é usar as lentes de acordo com as indicações e as recomendações médicas (com retornos periódicos para controle). Em resumo, a lente é uma prótese que, se bem usada, trará benefícios incalculáveis ao seu usuário, tanto visual quanto esteticamente”. Não há segredos, panacéias ou crendices na hora de usar bem as lentes de contato; há, sim, o esforço do usuário para fazer a coisa certa do começo ao fim.


Caso sério

O mau uso das lentes pode levar de um ligeiro desconforto nos olhos à cegueira. Quanto menor o cuidado do usuário, mais graves podem ser as doenças.
- Conjuntivites (infecções da conjuntiva)
- Blefarites (infecção das pálpebras)
- Ceratites (infecções da córnea)
- Úlcera de córnea – é um tipo de ceratite, mas de tipo infeccioso. É uma das mais temidas, já que pode levar à perfuração do globo ocular, ao transplante de córnea e até à perda do olho.



Fonte: Revista 20/20 - Portal da Oftalmologia

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

LENTES DE CONTATO - MITOS E DESCUIDOS QUE VALEM OS OLHOS DA CARA II

PARTE II



Prazo de validade

O uso excessivo das próteses, além do número de horas recomendado pelo oculista e o fabricante das lentes, também acarreta problemas graves. “A córnea é o único tecido do corpo sem artérias e veias para sua nutrição, que é feita exclusivamente por meio de oxigênio captado do humor aquoso, líquido que está em contato com a parte interna do olho, e pelo oxigênio da atmosfera em contato com o meio externo. Logo, se as recomendações de uso das lentes de contato não forem rigorosamente observadas, o usuário estará sujeito à falta de oxigenação da córnea, o que é extremamente lesivo”, explica a oftalmologista e presidente da Sociedade Brasileira de Lentes de Contato, Córnea e Refratometria, Tânia Schaefer. Segundo ela, a primeira conseqüência da falta de oxigenação é a perda da sensibilidade corneana. “Há um conforto aparente, dando uma sensação de que tudo está bem, pois o usuário não sente a lente no olho. Mais pra frente, quando a lente começa a incomodar, é possível afirmar que os problemas causados pela falta de oxigenação já estão muito avançados”, descreve. Descartáveis ou não, lentes de contato, sempre e invarialvelmente, terão regras de uso específicas e prazos de validade que devem ser respeitados.

Sinais de alerta

Nem sempre os problemas relacionados ao mau uso das lentes apresentam sintomas, por isso o acompanhamento periódico de um contatólogo é fundamental. No entanto, há sinais dados pelos olhos sobre os quais é preciso estar alerta e, se for o caso, procurar um especialista.
- Olhos muito vermelhos ou inchados
- Ardência em excesso
- Prurido (coceira) em excesso
- Dor
- Fotofobia (aversão à luz)
- Visão em neblina
- Arco-íris, reflexos ou halos ao redor das luzes

Evite problemas
 
Confira algumas dicas simples para o bom uso e manuseio das lentes de contato:



- Compre lente de contato apenas com um profissional habilitado.

- Siga rigorosamente o processo de assepsia recomendado.

- Lave e seque bem suas mãos antes de manusear as lentes de

 contato.

- Maquie-se depois de colocar as lentes.

- Tenha cuidado com sprays (como laquês e desodorantes).


-Tenha cuidado com fumaça e calor excessivo de churrasqueiras,

 fogueiras e fogões.

- Guarde as lentes e os produtos de assepsia em local fresco e 

arejado, longe da luz, da umidade e do calor. Nada de geladeira ou 

porta-luvas do carro.

- Mantenha as unhas curtas e limpas.

- Cuide rigorosamente da limpeza dos estojos.

- Evite pinças ou objetos pontiagudos para manusear as lentes.


- Use os produtos corretos para assepsia. Jamais use soro 

fisiológico.

- Descarte as lentes no período indicado.

- Utilize apenas produtos recomendados por seu especialista.


Propaganda enganosa

Apoiado na propaganda boca-a-boca, o soro fisiológico ganhou, sem merecer, a confiança dos usuários de lentes de contato como a solução desinfetante número um para lentes de contato. O fato é que essa solução composta por água destilada e cloreto de sódio (sal) promove justamente o contrário: não limpa nem desinfeta nada, fazendo das lentes de contato o habitat perfeito – sujo, muito sujo – para bactérias e fungos daninhos aos olhos. A ciência, nesse caso, deve falar mais alto que a propaganda (ainda mais a enganosa): lentes de contato e soro jamais devem andar juntos.


LENTES DE CONTATO - MITOS E DESCUIDOS QUE VALEM OS OLHOS DA CARA I



PARTE I
A utilização e o manuseio das lentes de contato ainda são marcados por práticas equivocadas por parte dos usuários. Confira os principais erros que podem causar desde simples incômodos à perda dos olhos.
Dizem que entre as décadas de 40 e 50, as jovens que freqüentavam os bailes, minutos antes de entrarem no salão, pingavam uma gotinha de limão em cada olho para deixá-los “brilhantes”, e assim ficarem mais atraentes para os rapazes. Quem nunca ouviu que determinada erva é tiro e queda para algum mal? Nós, brasileiros, adoramos estas soluções “mágicas”, é cultural. Porém, em muitas vezes, estas fórmulas não passam de crendices sem qualquer base científica.
Os tempos mudaram e as informações sobre cuidados com a saúde são muito mais claras e acessíveis. Mas, mesmo assim, muita gente ainda ignora que certos procedimentos, além de não serem eficazes, podem ser prejudiciais à saúde, principalmente algumas crendices populares. No caso das lentes de contato, por exemplo, tanto as corretivas quanto as cosméticas, o uso do soro fisiológico para realizar a assepsia das lentes é uma das grandes causas de problemas oculares, desde um ligeiro desconforto até conjuntivites (infecções da conjuntiva), blefarites (infecção das pálpebras) e ceratites (infecções da córnea), entre outras doenças.
Uma das mais temidas é a úlcera de córnea, que pode levar à perfuração do globo ocular, transplante de córnea até a perda do olho. “Soro fisiológico é água destilada e cloreto de sódio (sal). Em sua composição não existe nenhum produto que seja bactericida, fungicida ou conservante. Dessa forma, a lente se torna um excelente habitat para microorganismos como bactérias e fungos”, afirma o contatólogo Paulo Velloso.

CARACTERÍSTICAS DAS BACTÉRIAS, DOS FUNGOS E DOS VÍRUS

Bactéria
As bactérias apresentam uma estrutura celular bastante simples. Diferente do que ocorre com as células animais e vegetais, elas nem sempre apresentam as mesmas características, com isso, apresentam variações em sua forma, tamanho, virulência, etc.
Esta forma de vida unicelular e procarionte pode ser encontrada isolada ou em colônias. Muitas bactérias possuem estruturas extracelulares como flagelos ou cílios, organelas de locomoção presentes nas bactérais móveis.
Muitas delas podem possuir esporos (formações que conferem resistência às bactérias), devido ao meio ambiente inadequado à sua condição de vida, esta é uma forma delas se materem vivas até encontrarem sua condição ideal de sobrevivência. Há ainda aquelas que não possuem esporos, estas são chamadas de vegetativas.
De forma geral, as bactérias aprentam entre suas organelas: cápsula, membrana plasmática, ribossomos, parede celular, DNA, flageloe pílus. Elas podem ser classificadas em dois grupos: gram-positvas ou  gram-negativas.

Vírus
O vírus é formado por um capsídeo de proteínas que envolve o ácido nucléico, que pode ser RNA (ácido ribonucléico) ou DNA (ácido desoxirribonucléico). Em alguns tipos de vírus, esta estrutura é envolvida por uma capa lipídica com diversos tipos de proteínas.
Um vírus sempre precisa de uma célula para poder replicar seu material genético, produzindo cópias da matriz. Portanto, ele possui uma grande capacidade de destruir uma célula, pois utiliza toda a estrutura da mesma para seu processo de reprodução. Podem infectar células eucarióticas (de animais, fungos, vegetais) e procarióticas (de bactérias).
A classificação dos vírus ocorre de acordo com o tipo de ácido nucléico que possuem, as características do sistema que os envolvem e os tipos de células que infectam. De acordo com este sistema de classificação, existem aproximadamente, trinta grupos de vírus.


Fungos
Durante muitos anos, os fungos foram considerados como vegetais, porém, a partir de 1969, passaram a ser classificados em um reino à parte. Por apresentarem características próprias, tais como: não sintetizar clorofila, não possuir celulose na sua parede celular (exceto alguns fungos aquáticos), e não armazenar amido como substância de reserva,  eles foram diferenciados das plantas.
Os fungos são seres vivos eucarióticos, com um só núcleo. Estão incluídos neste grupo organismos de dimensões consideráveis, como os cogumelos, mas também muitas formas microscópicas, como bolores e leveduras. Diversos tipos agem em seres humanos causando várias doenças como, por exemplo, micoses.
Outro tipo importante de fungo é o mofo, que surge através dos espórios, células quase microscópicas que encontramos flutuando no ar. Os espórios preferem locais escuros e úmidos para realizar a reprodução. Em função desta característica, nota-se uma maior quantidade de mofo em ambientes úmidos, como paredes, gavetas, armários, etc. Estas mesmas células minúsculas também se agrupam em pães, frutas e vegetais, pois buscam alimentos em ambientes propícios para o seu desenvolvimento. 

Fonte: Toda Biologia.com